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ATOS 24:22-27; 25:1-12

Apesar da evidente inocência de Paulo e da desonestidade de seus acusadores, Félix, por consideração a estes últimos, prorrogou covardemente sua decisão (v. 22).

Mas ele adiou uma decisão muito mais importante: a que concernia à sua alma. Convocado para falar a respeito da “fé em Cristo”, Paulo apresenta um aspecto da verdade que Félix não esperava (v. 25).

A Palavra o amedronta, mas não penetra em sua consciência, endurecida pelo amor ao dinheiro (v. 26).

“Quando eu tiver vagar, chamar-te-ei”, responde o governador, tentando escapar, talvez para sempre, da oportunidade que Deus lhe dava naquele momento.

Félix, cujo nome significava feliz, perdeu a verdadeira felicidade. Nós não podemos esquecer que o “tempo sobremodo oportuno” é AGORA (2 Coríntios 6:2)!

Dois anos se passam; o apóstolo ainda está na prisão. Todavia, o ódio dos judeus não diminui. Tão logo Festo assume o governo no lugar de Félix, um novo complô é tramado, mas o Senhor livra o Seu servo.

Como ocorrera com Félix (24:27) e anteriormente com Pilatos (Marcos 15:15), a principal preocupação de Festo é “assegurar o apoio dos judeus” (v. 9).

Conseqüentemente, Paulo é obrigado a evocar novamente o seu direito de cidadão romano e apelar ao julgamento do imperador.