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ATOS 27:18-44

Paulo permanece tão tranqüilo em meio à tempestade quanto na presença de governadores e reis. A tormenta não impede Paulo de ouvir a voz de Deus, a quem ele pertencia e servia (v. 23).

Em tempo de prova, os homens revelam seu pior egoísmo, mas o querido apóstolo pensa na salvação dos seus companheiros de viagem. Ele os fortalece pela palavra de Deus, logo os exorta a comer, não antes sem ter dado graças a Deus na presença de todos (1 Timóteo 4:4-5).

Depois de muitas peripécias e da perda do navio, todos chegam sãos e salvos ao “desejado porto” (Salmo 107:25-30).

Podemos ver nesse navio — um brinquedo da tempestade —, a figura da Igreja aqui no mundo. Depois de haver zarpado com tempo favorável, não tardou para que encontrasse o vento das provas e das perseguições de Satanás.

A falta de alimento, um período de trevas profundas, a busca de recursos no mundo, tudo isso aconteceu porque a voz dos apóstolos — na Palavra — não foi ouvida. O dia se aproxima, e com ele o naufrágio da cristandade professa (o navio).

Mas o Senhor conhece aqueles que são Seus nessa Igreja, a qual chama pelo Seu nome, e nenhum dos que o Pai Lhe deu se perderá (2 Timóteo 2:19; João 17:12).