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Atos 21:33-40; 22:1-11

Paulo é livrado da violência da multidão graças à intervenção de um tribuno, ou seja, de um comandante da guarnição romana.

O tribuno, que primeiro pensou ser Paulo um bandido mal-afamado, acalma-se ao ouvi-lo falar em grego e autoriza-o a dirigir-se à multidão.

Diante de uma multidão completamente silenciosa, Paulo relembra seu culpável passado, porém em um sentido totalmente diferente daquele que os judeus entendiam.

Dotado de qualidades e vantagens pouco comuns — “hebreu de hebreus; quanto à lei, fariseu” (Filipenses 3:5) —, sua reputação era a de um homem piedoso e irreprovável.

Mas o seu zelo religioso, semelhante ao que motivava os líderes da multidão, o havia conduzido, apesar das advertências do seu mestre Gamaliel, a lutar contra Deus (vv. 3; 5:39).

“Eu sou Jesus, o Nazareno, a quem tu persegues” (v. 8), é a terrível resposta que ele ouve do céu.

Ao tocar naqueles pobres cristãos, perseguindo-os até a morte, ele estava lutando contra o Filho de Deus.

Porém, em vez de castigá-lo por sua blasfêmia ousadia, o Senhor, ao mesmo tempo que lhe devolveu a visão, abriu os olhos do seu coração (Efésios 1:17-18) e fez desse homem, separado desde o nascimento, um instrumento fiel para Seu uso.