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Atos 20:17-38

Em Mileto, Paulo manda chamar os anciãos de Éfeso para fazer algumas recomendações e se despedir. Ele os faz lembrar o que foi o seu ministério no meio deles e o exemplo que se esforçou em dar-lhes.

Paulo também os adverte a respeito dos perigos que ameaçavam a Igreja, perigos que viriam de fora (v. 29) e de dentro da igreja (v. 30).

Como enfrentá-los? Paulo exorta-os à vigilância (v. 31) e, acima de tudo, ele os encomenda à graça de Deus (v. 32).

Em tudo o que lhe concerne, o apóstolo só tem um pensamento: cumprir fielmente sua carreira (o curso de sua vida — 2 Timóteo 4:7), assim como o ministério que recebeu da parte do Senhor.

Sua vida não tem outro sentido e ele estava pronto a sacrificá-la por amor a Igreja que lhe tinha custado tantas lágrimas (vv. 19, 31; Colossenses 1:24).

Mas o que é isso em comparação com o infinito valor da Igreja para Deus? O preço que Ele teve de pagar foi nada menos que o sangue de Seu próprio Filho (v. 28; 1 Pedro 1:19).

E é neste incomensurável preço que o apóstolo encontra a razão para sua devoção, ele recorda isto para os bispos de Éfeso a fim de enfatizar a responsabilidade deles para com a Igreja de Deus.

Para terminar, Paulo cita algumas das preciosas palavras de Jesus: “Mais bem-aventurado é dar que receber” (v. 35). Para que possamos experimentar tal bem-aventurança, devemos imitar Aquele que tudo nos tem dado.